Autor: aline

  • 🚨 [ALERTA DE ECONOMIA] IPTU em Ribeirão Preto: Por que seu terreno vazio pode estar te fazendo pagar mais do que uma casa?

    🚨 [ALERTA DE ECONOMIA] IPTU em Ribeirão Preto: Por que seu terreno vazio pode estar te fazendo pagar mais do que uma casa?

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    Se você abriu o carnê do IPTU e levou um susto com o valor cobrado pelo seu terreno vazio, não está sozinho. Muitos moradores da cidade estão se perguntando: “Por que um terreno sem nada construído paga mais imposto do que uma casa?”

    A resposta é mais simples do que parece — e pode te ajudar a economizar bastante nos próximos anos. 🧠💰

    O que a Prefeitura realmente olha para calcular o IPTU?

    O valor do seu IPTU não é tirado “do nada”. Ele é baseado em dois fatores:

    1. Valor do terreno
    2. Valor da construção (caso exista uma casa, prédio, comércio etc.)

    Juntos, esses valores formam o chamado valor venal do imóvel. Sobre esse valor, é aplicada uma alíquota (uma porcentagem) que gera o imposto.

    Agora vem o pulo do gato: terrenos vazios pagam uma alíquota mais alta!

    Terreno vazio = IPTU mais alto (sim, é isso mesmo)

    Se o seu terreno está sem construção registrada, ele é considerado não edificado. E a Prefeitura de Ribeirão Preto aplica uma alíquota maior para esse tipo de imóvel.

    Exemplo real de 2025:

    • Área construída: 0 m²
    • Valor venal do terreno: R$ 252.342,50
    • Alíquota: 2,20%
    • IPTU: R$ 5.551,44

    Mesmo sem nenhuma casa no local, o imposto é bem salgado. Mas por quê?

    Porque essa é uma estratégia da Prefeitura para incentivar a ocupação dos terrenos. Em outras palavras: ou você constrói, ou paga mais.

    Terreno com construção = IPTU menor (mesmo valendo mais!)

    Agora veja o que acontece quando há alguma construção — mesmo que simples — no imóvel:

    Exemplo real de 2026:

    • Área construída: 124,71 m²
    • Valor venal total: R$ 316.981,97
    • Alíquota: 0,60%
    • IPTU: R$ 1.901,88

    Mesmo com o valor venal sendo maior, o IPTU caiu mais de 65%. Isso acontece porque imóveis edificados recebem uma alíquota menor. Se tivesse regularizado antes, em 5 anos a economia seria de R$ 18 mil.

    Por que Ribeirão Preto faz isso?

    A lógica da Prefeitura é clara:

    ✔️ Estimular o uso dos terrenos
    ✔️ Reduzir imóveis abandonados
    ✔️ Melhorar o aproveitamento da infraestrutura da cidade
    ✔️ Incentivar o crescimento urbano planejado

    Ou seja, o IPTU mais alto funciona como uma pressão silenciosa para você construir, regularizar ou vender.

    O que isso significa pra você?

    Se você tem um terreno vazio em Ribeirão Preto, talvez esteja:

    • Pagando mais do que precisaria
    • Perdendo a chance de regularizar algo que já existe
    • Deixando de economizar milhares de reais nos próximos anos

    E o melhor: não é preciso construir uma mansão. Qualquer edificação simples (e regularizada) já muda a classificação do imóvel e reduz o imposto.

    Conclusão prática

    Se você quer evitar surpresas no próximo carnê do IPTU, entenda a lógica:

    Situação do imóvelAlíquotaValor do IPTU
    Terreno sem construção2,20%R$ 5.551,44
    Terreno com edificação0,60%R$ 1.901,88

    Não é sobre o valor do imóvel. É sobre como ele é usado e classificado.

    E aí, o seu IPTU também veio pesado?

    📌 Dica final: talvez a melhor forma de economizar nos próximos anos seja justamente construindo algo agora.

  • Quando o Habite-se é necessário? Descubra se seu imóvel está realmente regularizado

    Quando o Habite-se é necessário? Descubra se seu imóvel está realmente regularizado

    Você está construindo, reformando ou pensando em vender? Então precisa entender quando o Habite-se é exigido.

    Casa recém-construída com placa vermelha escrita 'Não regularizada', destacando a importância do Habite-se após a conclusão da obra.

    O que é o Habite-se?

    Documento que autoriza oficialmente a ocupação de um imóvel. Confirma que a construção foi feita conforme normas técnicas e legais.

    Quando é obrigatório?

    • Ao concluir uma construção
    • Após grandes reformas ou ampliações
    • Para vender ou transferir o imóvel
    • Para financiar ou refinanciar
    • Para averbar no cartório
    • Para evitar notificações da prefeitura

    E se eu não emitir?

    • Venda pode ser bloqueada
    • Financiamento negado
    • Multas e intimações
    • Desvalorização
    • Dificuldade de transferência para herdeiros

    Quem precisa emitir?

    Qualquer proprietário que tenha construído ou reformado um imóvel, seja ele:

    • Residencial
    • Comercial
    • Industrial
    • Condomínio ou multifamiliar

    Conclusão

    Mesmo que o imóvel esteja pronto, sem o Habite-se ele continua irregular.

    Quer descobrir se o seu imóvel precisa?

  • Habite-se: o que é, como conseguir e por que ele é essencial para regularizar seu imóvel

    Habite-se: o que é, como conseguir e por que ele é essencial para regularizar seu imóvel

    Documento com título 'Habite-se' e carimbo 'Aprovado' sobre uma mesa, representando a aprovação e obtenção do Habite-se

    Se você está no processo de regularização de imóvel, já deve ter ouvido falar no Habite-se. Mas será que sabe exatamente o que é, para que serve e como obter esse documento essencial?

    Neste artigo, você vai entender tudo sobre o Habite-se — com explicações simples, passo a passo e sem termos técnicos.

    O que é o Habite-se?

    O Habite-se, também conhecido como certidão de habitação, é o documento emitido pela prefeitura que autoriza a ocupação legal de um imóvel recém-construído ou reformado.

    Ele comprova que a obra seguiu o projeto aprovado e está de acordo com as normas de segurança, acessibilidade, uso do solo e zoneamento.

    Sem o Habite-se, o imóvel ainda é considerado irregular.

    Qual a origem do Habite-se?

    O Habite-se surgiu como forma de organizar e controlar o crescimento urbano, garantindo que todas as construções respeitem as leis municipais.

    Em cidades como Ribeirão Preto, ele é exigido pela Lei Complementar nº 2932/2019.

    Para que serve o Habite-se?

    Ter o Habite-se evita muitos problemas e traz diversas vantagens, como:

    • Permite vender e transferir o imóvel com segurança
    • Libera o imóvel para financiamentos bancários
    • Garante a valorização real da propriedade
    • Evita notificações e multas da prefeitura
    • Permite a averbação da construção no cartório

    Quais documentos são exigidos para obter o Habite-se?

    O processo envolve a apresentação de documentos técnicos e legais, como:

    • Projeto arquitetônico aprovado
    • ART ou RRT do responsável técnico
    • Documentação do proprietário
    • Laudos de instalações elétricas e hidráulicas
    • Comprovantes de pagamento das taxas
    • Relatório ou laudo da vistoria da prefeitura

    Como conseguir o Habite-se – Passo a passo

    1. Diagnóstico do imóvel
    2. Emissão e assinatura da procuração
    3. Solicitação dos documentos técnicos
    4. Protocolo do pedido na prefeitura
    5. Acompanhamento da vistoria técnica
    6. Emissão do documento pela prefeitura
    7. Averbação da construção no cartório

    Erros comuns ao lidar com o Habite-se

    Evite essas armadilhas que atrasam (ou até impedem) a regularização:

    • Acreditar que escritura ou IPTU já garantem a legalização
    • Esquecer de atualizar o projeto após reformas ou ampliações
    • Ignorar notificações ou exigências da prefeitura
    • Tratar o Habite-se como um documento opcional
    • Descobrir a falta dele apenas na hora de vender ou financiar

    Esses erros são comuns e causam prejuízo, mas com orientação técnica certa, você pode evitá-los facilmente.

    Conclusão

    O Habite-se é o último passo da regularização imobiliária. Sem ele, seu imóvel permanece com restrições legais — mesmo que já esteja construído, reformado e habitado.

    Se você já começou a regularização e ainda não tem o Habite-se, não deixe isso para depois.

    Fale com um especialista agora:

    Converse com a equipe da Regulariza Ribeirão e descubra o que falta para deixar seu imóvel 100% legalizado.

  • Quanto custa tirar o Habite-se? Veja o que está incluso e como regularizar seu imóvel

    Quanto custa tirar o Habite-se? Veja o que está incluso e como regularizar seu imóvel

    Receber a pergunta “quanto custa tirar o Habite-se?” é muito comum — e a resposta depende da cidade, da situação do imóvel e da etapa do processo.

    Vamos te explicar o que compõe esse custo, os fatores que influenciam o valor final e como regularizar com economia.

    Planilha com custos, planta baixa e calculadoras sobre uma mesa, ilustrando os valores envolvidos para tirar o Habite-se e regularizar o imóvel.

    O que está incluso no custo do Habite-se?

    Emitir o Habite-se envolve:

    • Aprovação do projeto técnico
    • Vistoria da prefeitura
    • Emissão de documentos técnicos
    • Cadastro no CNO e entrega da Certidão Negativa de débitos.
    • Taxas municipais e cartório

    Quanto mais avançada estiver a documentação, menor tende a ser o custo final.

    Vale a pena tirar o Habite-se mesmo depois da obra pronta?

    Sim! Mesmo imóveis antigos ou já habitados devem ser regularizados. Ter o documento garante:

    • Valorização imediata
    • Liberdade para vender ou financiar
    • Menos riscos legais e fiscais
    • Tranquilidade para transferir o imóvel

    Quais os custos envolvidos no Habite-se?

    Custos Técnicos (Honorários Profissionais)

    São os valores pagos aos profissionais ou empresas que cuidam de todo o processo técnico, documental e de acompanhamento junto aos órgãos públicos.

    • Elaboração ou atualização do projeto arquitetônico.
    • Levantamento do imóvel conforme construído.
    • Montagem dos processos e dos documentos técnicos exigidos.
    • Acompanhamento dos trâmites até a emissão do Habite-se.

    Custos Públicos (Taxas e Tributos Municipais)

    São as taxas cobradas diretamente pela prefeitura e por outros órgãos públicos envolvidos no processo.

    Entre elas, destacam-se:

    • Taxa de emissão do Habite-se: Valor estabelecido pela prefeitura, geralmente proporcional à metragem do imóvel.
    • Taxa de aprovação ou atualização de projeto: Caso o projeto não esteja aprovado ou precise de atualização.
    • Taxas de protocolo, expediente e vistoria: Variam conforme a cidade.
    • Taxas cartoriais: Referentes à averbação da construção no registro de imóveis.
    • Diferenças no IPTU: Em alguns casos, a regularização gera atualização do cadastro imobiliário e cobrança retroativa.
    • ISS de obra ou taxas retroativas: Caso não tenham sido recolhidas durante a execução da obra.

    Custos Federais (INSS de Obra – DISO/SERO)

    Além das taxas municipais, o proprietário também precisa regularizar a obra junto à Receita Federal, através da:

    • DISO – Declaração e Informação sobre Obra.
    • CNO – Cadastro Nacional de Obras.
    • Cálculo e recolhimento do INSS da obra.

    Este cálculo é baseado no VAU (Valor da Área Unitária), que leva em consideração o CUB/m², padrão da construção e a área total construída. Mesmo obras antigas podem gerar este custo, se não tiverem sido declaradas na época da construção.

    Como economizar ao regularizar?

    Evite erros e retrabalho com ajuda especializada. Um profissional cuida da documentação, protocolos e vistoria, reduzindo o tempo e o custo.

    Além disso, o profissional pode verificar se há possibilidade de isenção de impostos e taxas, conforme a legislação vigente do município, tipo de imóvel ou perfil do proprietário. Em muitos casos, é possível reduzir ou até eliminar alguns custos do processo de emissão do Habite-se.

    Conclusão

    O valor para tirar o Habite-se varia, mas o custo de não ter esse documento pode ser muito maior.

    Quer saber quanto custaria no seu caso?

  • Onde conseguir o Habite-se? Saiba como emitir o documento do seu imóvel passo a passo

    Onde conseguir o Habite-se? Saiba como emitir o documento do seu imóvel passo a passo

    Mapa com marcador vermelho apontando para a palavra 'Prefeitura', ilustrando onde solicitar o Habite-se na cidade

    Você já ouviu falar no Habite-se, mas ainda não sabe exatamente onde tirar o documento ou como dar entrada no processo?

    Essa dúvida é mais comum do que parece — e neste artigo, você vai descobrir onde emitir o Habite-se, quem pode te ajudar e como fazer isso de forma simples, sem enfrentar filas, indeferimentos ou retrabalho.

    O que é o Habite-se? (resumo rápido)

    O Habite-se, também chamado de certidão de habitação ou autorização de uso do imóvel, é o documento que confirma que sua obra foi concluída conforme as exigências legais — com projeto aprovado, segurança, acessibilidade e regularização junto à prefeitura.

    Com ele, o imóvel pode ser habitado, vendido, financiado ou transferido legalmente.

    Onde conseguir o Habite-se?

    O Habite-se é emitido pela prefeitura da cidade onde está o imóvel. Os setores mais comuns responsáveis por essa emissão são:

    • Secretaria de Planejamento Urbano
    • Secretaria de Obras ou Infraestrutura
    • Departamento de Aprovação de Projetos e Licenciamento
    • Portais eletrônicos das prefeituras (em cidades com sistema digital)

    Em locais como Ribeirão Preto, por exemplo, o processo pode ser iniciado online, mas exige acompanhamento técnico detalhado até o final.

    Preciso de um profissional para emitir o Habite-se?

    Sim. O pedido de Habite-se envolve etapas técnicas e burocráticas que exigem o apoio de um profissional habilitado. Você vai precisar de:

    • Projeto assinado por arquiteto ou engenheiro
    • Termo de responsabilidade técnica (ART ou RRT)
    • Laudos das instalações
    • Regularização fiscal e vistoria

    Sem esse suporte, o pedido pode ser indeferido, atrasar ou gerar exigências que complicam a legalização do imóvel.

    Quem pode me ajudar com o processo?

    Você pode tentar dar entrada sozinho, mas é altamente recomendado contar com uma empresa especializada em regularização de imóveis.

    Veja o que uma equipe profissional pode fazer por você:

    • Analisar toda a situação documental do seu imóvel
    • Emitir procuração e organizar os documentos obrigatórios
    • Protocolar o pedido na prefeitura
    • Acompanhar vistorias e exigências técnicas
    • Regularizar a construção com apoio técnico

    O resultado? Você recebe seu imóvel 100% regularizado, pronto para vender, financiar ou valorizar.

    Documentos necessários para solicitar o Habite-se

    Os documentos exatos podem variar conforme a cidade, mas em geral, você vai precisar de:

    • Projeto arquitetônico com aprovação anterior
    • Documentos pessoais do proprietário
    • Certidão de conclusão da obra
    • ART ou RRT do profissional responsável
    • Comprovantes de pagamento de taxas
    • Fotos atualizadas da obra
    • Relatórios das instalações elétricas e hidráulicas

    Vale a pena fazer isso sozinho?

    Embora seja possível dar entrada por conta própria, o processo envolve termos técnicos, normas municipais, formulários e prazos que podem gerar confusão.

    Erros simples podem resultar em indeferimento, perda de tempo e prejuízos com retrabalho. Por isso, vale muito mais a pena contar com ajuda especializada.

    Como a Regulariza Ribeirão pode te ajudar

    Se você está em Ribeirão Preto ou região, a Regulariza Ribeirão cuida de tudo para você:

    • Análise completa do imóvel e situação documental
    • Emissão de documentos e procuração
    • Protocolo na prefeitura
    • Acompanhamento de todas as etapas até a emissão do Habite-se
    • Suporte técnico e jurídico durante o processo

    Conclusão: Onde conseguir o Habite-se e por que não fazer isso sozinho

    Você consegue o Habite-se diretamente na prefeitura da sua cidade. Mas fazer isso com orientação técnica é o que garante agilidade, segurança e economia.

    Se está finalizando sua obra ou precisa regularizar seu imóvel, esse é o momento certo de resolver tudo — com apoio de quem entende.

  • Preciso do Habite-se para vender meu imóvel? Entenda os riscos e o que fazer

    Preciso do Habite-se para vender meu imóvel? Entenda os riscos e o que fazer

    Muita gente acredita que, tendo escritura e IPTU em dia, o imóvel já está pronto para venda. Mas existe um detalhe que pode travar toda a negociação: o Habite-se.

    Você sabia que imóveis sem Habite-se podem ser desvalorizados, barrados no financiamento e até causar problemas jurídicos?

    Neste artigo, você vai entender se o Habite-se é obrigatório para vender, quais são os riscos de vender sem ele e como resolver isso de forma segura.

    Sem Habite-se, a venda pode travar

    O que é o Habite-se? (resumo rápido)

    O Habite-se é o documento emitido pela prefeitura que autoriza a ocupação legal do imóvel, confirmando que ele foi construído conforme o projeto aprovado.

    Sem esse documento, mesmo que o imóvel esteja habitado, ele ainda é considerado irregular.

    É obrigatório ter o Habite-se para vender um imóvel?

    Sim. Sem o Habite-se, o imóvel não está totalmente regularizado, o que pode impedir:

    • A emissão da escritura
    • O financiamento bancário pelo comprador
    • A averbação da construção no cartório
    • A valorização no mercado

    Instituições financeiras e cartórios geralmente exigem esse documento.

    Quais os riscos de vender sem Habite-se?

    • Negociação travada: muitos cartórios não aceitam imóveis sem esse documento
    • Financiamento recusado: o comprador não consegue crédito
    • Desvalorização: o imóvel pode perder até 30% do valor
    • Multas: o novo comprador pode ser penalizado e isso recair sobre você
    • Insegurança jurídica: a venda pode ser questionada legalmente

    Como resolver se você não tem o Habite-se?

    Você precisa regularizar a etapa final da obra. O processo envolve:

    1. Verificação do projeto aprovado
    2. Solicitação da documentação técnica
    3. Protocolo do pedido na prefeitura
    4. Vistoria técnica
    5. Averbação no cartório

    Com suporte especializado, o processo é mais rápido e seguro.

    Conclusão

    Se você pretende vender ou transferir um imóvel, o Habite-se é indispensável. É o último passo para garantir segurança, valorização e liberdade de negociação.

    Quer saber se seu imóvel tem Habite-se ou precisa regularizar?

    Fale com um especialista no WhatsApp.

  • Afinal o que é o Habite-se e qual o passo a passo para retirá-lo?

    Afinal o que é o Habite-se e qual o passo a passo para retirá-lo?

    O Habite-se é uma certidão essencial para a regularização do seu imóvel e é emitida pela Prefeitura. Este documento é a garantia que a sua casa está em condições de ser habitada por você e sua família e segue todas as exigências legais. Hoje vamos explicar o passo a passo para retirada deste documento. Vamos juntos!

    O processo para retirada do Habite-se é basicamente dividido entre DAERP – que é responsável por vistoriar as instalações hidrossanitárias – e a Secretaria de Planejamento.

    O primeiro passo é enviar um e-mail para o DAERP com os principais documentos: Alvará aprovado, RG ou CNH do proprietário, Termo de Responsabilidade assinado, capa do IPTU, CAU do responsável técnico, conta de água, matrícula e projeto aprovado e solicitar a abertura do processo de Habite-se.

    O DAERP retorna com o Registro de Atendimento (RA). Este registro será a identificação do pedido de Habite-se e vai ser usado para agendar a vistoria ou cobrar qualquer coisa referente a este projeto, e também virá acompanhado de um termo que deverá ser assinado e devolvido pelo cliente. Após o envio do termo assinado, o DAERP autoriza o agendamento da vistoria e isso significa que todos os documentos enviados anteriormente estão em ordem. Com a autorização de vistoria em mãos, nós entramos em contato e agendamos a vistoria, e no dia agendado, um fiscal vai até o imóvel verificar as instalações hidrossanitárias.

    Mas o que significa isso? A vistoria das instalações hidrossanitárias serve para garantir que a capacidade da caixa d’água, caixa de gordura, etc estão dentro das exigências. Sendo aprovadas, nós seguimos acompanhando o processo até recebermos o Certificado de Vistoria. Este certificado é um documento oficial que garante que o imóvel está cumprindo todas as exigências pedidas para essas instalações, ou seja, o imóvel está em plenas condições de ser habitado.


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  • Você conhece o fluxo de aprovação para regularização na Prefeitura?

    Você conhece o fluxo de aprovação para regularização na Prefeitura?

    Sabemos que qualquer construção ou ampliação feita em um imóvel precisa ser regularizada na Prefeitura e um proprietário corre sérios riscos quando não está com seu imóvel legalizado, como por exemplo, o pagamento de multas.

    A regularização de um imóvel é feita em algumas etapas. Pensando nisso, preparamos este post para te ajudar a entender melhor como tudo isso funciona, afinal você não quer colocar tudo a perder na tão sonhada casa própria, não é mesmo?

    Então vamos falar um pouco sobre o processo de aprovação na Prefeitura e o fluxo de documentação necessária. Vem com a gente 😉

    O primeiro passo aqui é levantar toda a documentação necessária e encaminhá-la à Prefeitura para realizar o pré-cadastro. Nesta fase efetua-se o pagamento da taxa de protocolo e estando tudo em ordem com os documentos, inicia-se o processo de análise do projeto.

    Esta análise é feita de acordo com as normas de construção de cada município e a prefeitura avalia se existe alguma irregularidade na casa. Se houver, é gerada uma multa e o projeto só é aprovado após o pagamento dela. Se não houver nenhuma irregularidade, o projeto é aprovado direto e o alvará é liberado.

    O processo de regularização de um imóvel não é simples e por isso é tão importante estar sempre em dia com a sua documentação, além de procurar um profissional habilitado para te orientar, que neste caso deverá ser um engenheiro ou arquiteto. Isso vai te ajudar a poupar tempo e dinheiro.

    Até a próxima!


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  • Você conhece o Código de Obras e a sua importância?

    Você conhece o Código de Obras e a sua importância?

    O código de obras é um conjunto de leis que definem como as construções devem ser feitas, estabelecendo normas técnicas para todo tipo de construção e assegurando conforto ambiental, segurança, conservação de energia, salubridade e acessibilidade.

    Este conjunto de leis é importante para padronizar os processos de obras, evitando que cada um faça de um jeito e organizando a cidade, impedindo assim o crescimento desordenado e as construções inadequadas.

    Antes de iniciar qualquer projeto na cidade é preciso consultar o código de obras para saber o que é permitido construir em determinada região. Este código varia de acordo com cada município. Em cidades que não existe código de obras, prevalecem as leis estaduais.

    No código de obras também estão definidos os procedimentos para aprovação dos projetos, licenças para execução de obras, metodologia para fiscalização e execução destas obras e aplicação de eventuais penalidades no caso de descumprimento da lei.


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  • 8 RAZÕES PARA REGULARIZAR O SEU IMÓVEL EM RIBEIRÃO PRETO

    (5º motivo vai te surpreender)

    Muitas pessoas constroem ou reformam as suas casas e não atualizam a planta na Secretaria do Planejamento, isso deixa as construções irregulares aos olhos da prefeitura.

    Veja abaixo alguns motivos para você regularizar.

    1. Imóveis sem habite-se possuem menor valor de mercado.

    O seu patrimônio é menor por não ter a planta aprovada.

    2. Os bancos não financiam imóveis irregulares.

    Em caso de venda, só é possível vender com pagamento a vista.

    3. Imóveis irregulares, em alguns casos, podem pagar IPTU mais caro.

    Terrenos sem construção registrada pagam uma alíquota de 2,2%, enquanto os terrenos com edificações pagam 0,6% de imposto.

    4. Em caso de falecimento do proprietário o imóvel irregular pode atrapalhar o inventário.

    Os herdeiros precisam apresentar muitos documentos para que consigam a regularização e o processo acaba sendo mais lento.

    5. Multas de no mínimo R$ 2.909,00

    Quando o departamento de fiscalização notificar o imóvel e não houver planta aprovada poderá ser cobrada a multa. Se houver mais de uma infração esse valor pode ser o dobro ou o triplo.

    6. A prefeitura já sabe que você está irregular.

    Nos registros da secretarias do planejamento e da fazenda já consta a diferença.

    7. Registro na dívida ativa

    O não pagamento das multas te coloca no cadastro de inadimplentes.

    8. Demolição total ou parcial

    A prefeitura pode exigir a demolição do que foi construído irregular

    Deixe os seus dados no formulário abaixo que analisaremos a situação da sua casa.


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